domingo, 5 de fevereiro de 2012

O tão esperado contato

O diário de Will- Parte 70

Mesmo com a cabeça ocupada no trabalho e preoculpado com as ameaças de Vlade que nao paravam, Will nao esquecia por momento algum do bilhete entregue e da ausencia de respostas.
_ Será que me enganei? Nao pode ser, se fosse o kara teria me repreendido a muito tempo, _ será que nao se interessou por mim? _ será que nao sou interessante o suficiente?
Will se questionava sobre muitas possibilidades que pudessem ser a resposta para a falta de contato.
Passados alguns dias Will trabalhava normalmente quando seu telefone celular tocou, era um numero que ele desconhecia, mesmo assim tratou logo de atende-lo.
_ Oi, é o Will que ta falando?
_ É sim, quem fala?
_ Gladson, meu nome é Gladson, voce me deu seu numero no restaurante lembra?
Como poderia ter esquecido? Will sonhava com aquela ligação todos os dias e noites, fantasiava varias coisas para quando encontrasse novamente o rapaz, tinha sonhos eróticos, depravados, romanticos, luxuosos, tudo vinha em sua mente quando pensava no rapaz do restaurante que agora tem um nome, Gladson.
_ Sim, claro que lembro, achei que nao me ligaria.
_ Imagina, tive alguns contratempos que me impediram de ligar antes.
_ Tudo bem, o importante é que agora sei como voce se chama e que estou falando com voce.
_ Gostei da sua atitude de ter me dado seu numero, nao esperava, voce acredita que eu ja estava pra fazer exatamente o que voce fez?
_ Nao brinca?
_ Juro, eu tinha pensado em escrever meu numero e te entregar, só que voce foi mais rapido.
_ Nossa, fico feliz em ouvir isto, vejo entao que a recíproca é verdadeira.
_ E como é.
_ Quando nos veremos? Onde voce mora Gladson?
_ Moro em Taguatinga, na QNG, conhece?
_ Sim, conheço sim.
_ E voce onde mora Will?
_ Moro em Taguatinga tambem, só que na comercial norte, é perto do seu bairro nao é longe nao. Entao quando podemos nos ver?
_ Olha Will, vou á faculdade resolver alguns problemas mas nao assistirei aula, podemos nos ver depois pode ser?
_ Claro que sim, eu te ligo mais a tarde pra confirmar entao pode ser?
_ Claro, vou ficar esperando.
Will desligou o celular radiante, com as pernas tremendo muito, mas radiante, parecia ter visto o periquito azul, sua felicidade era indizível, misturada com uma certa excitação, desejo, agora ansiedade tambem, nunca desejou tanto que o expediente acabasse logo.
Quando chegou em casa por volta de umas 18: 45 ligou para Gladson.
_ Oi Gladson.
_ Oi Will.
_ Ta confirmado nosso encontro?
_ Pode ter certeza, logo estou aí, mas como nao sei onde mora ao certo, quando descer na Riachuello que voce disse que fica perto nao é? quando eu descer lá te ligo.
_ Ok, vou ficar esperando.
Will correu pra dar uma maquiada na bagunça de seu barraquinho, arrumou o mais rapido que pode, na medida do possível.
Por volta de umas 20:30 Gladson liga.
_ Vem me pegar aqui na esquina.
Will tremia tanto que mal conseguiu levantar do sofá, tremia de nervoso, ansioso misturado com excitação, e outra porção de sentimentos que ele nunca sentira antes, ficava se perguntando o por que daquilo, de sentir-se assim como nunca antes.
_ To indo.
Will o avistou de longe, seu sorriso era involuntario, nao o controlava.
_ Oi.
_ Oi.
_ Tive medo de que nao viesse.
_ Esperei o dia todo por isto Will.
Will derreteu-se todo. Chegaram no barraco, Will ofereceu algo para beber, o que Gladson recusou, os dois entao começaram a conversar sobre a forma como se conheceram, dos medos, das ansiedades, de tudo o que rolou até chegar naquele encontro. Quando de repente os dois silenciaram e ficaram um olhando o outro, Will tocou a coxa de Gladson e começou a fazer carinho, Gladson pegou na nuca de Will e puxou sua cabeça para si e começou a beija-lo, nao com carinho, delicado, mas de uma forma selvagem, Will ja estava com o pau quase pulando pra fora da calça de tanto tezao, era um beijo selvagem, excitante elevado a décima potencia, Gladson puxava o cabelo de Will, o puxava pra um lado e para outro, os dois beijavam-se com um fogo, uma magia, uma cumplicidade, uma reciprocidade e uma química nunca vista nem em filmes, novelas ou coisa do gênero, os dois se entregavam ao prazer absoluto.
_ Se isto nao é química Will, eu nao sei mais o que é.
Voltaram a se beijar veementemente, com selvageria, com paixao, com desejo. Will puxou Gladson pelo braço e o levou pra seu quarto, os dois deitaram na cama e continuavam a beijar-se, nao paravam por nada, tiraram as roupas e o beijo continuava. Ja pelados Will observou de relance o pau de Gladson que para sua altura, quase 2.oo mt era pequeno, parecia ser do tamanho do seu, mas tinha uma enorme cabeça, bem mais que o corpo do penis, parecia um cogumelo com uma aba enorme, Will o achou lindo e o abocanhou com um desejo e uma volúpia imensa, nunca sentira tanto desejo de chupar alguem, era algo que ele nao curtia fazer com namorados ou ficantes, mas com Gladson tudo isto caía por terra, chupou com muito desejo, parecia algo delicioso e raro que ele nao queria que acabasse nunca, Gladson urrava de prazer enquanto a lingua de Will acariciava de todas as formas possíveis e impossíveis o caralho de Gladson, Will chupava e vez em quando beijava Gladson que praticamente só recebeu tudo sem retribuir nada, Will nem pensou nisto, seu tezao era tao grande que nao teve tempo para pensar nisto, nao se importava que nao recebesse o mesmo tratamento, só queria dar prazer pro seu macho, seu homem, dar prazer de todas as formas, até mesmo sendo passivo, prática esta que a algum tempo ele nao fazia.
Gladson o colocou de quatro, Will pegou camisinha e a entregou Gladson, ele a colocou e nao demorou nada ja estava em cima de Will, como a cabeça era grande e estava de camisinha começou a machucar Will que pediu que se Gladson nao se importasse, retirasse a camisinha, Gladson disse que estava limpo e por ele tudo bem, Will tambem confirmou que estava limpo entao começaram novamente a penetração, ainda doía pelo tamanho da glande de Gladson, mas Will nao se importava, nao se fazia de santo nem de rogado, nunca tinha sentido tanto prazer sendo passivo, Gladson enrabava com muita volupia Will, era um entra e sai frenético, animal, Will delirava de prazer em ver o reflexo no espelho da cama o corpo daquele negro o penetrando, queria ficar alí pra sempre, perdido no prazer Will assustou-se com um baralho imenso, os dois assustaram-se e quando foram ver o que era, deram conta de que a conta havia quebrado, mas nao deram nem importancia, continuaram na troca de prazer até Gladson gozar fartamente, enchendo Will com sua porra, Will sentia os jatos e o pau de Gladson pulsarem dentro de sí, era muito prazer, gozou instantaneamente tambem, um gozo sem igual, animal, ardente e louco por mais. Ficaram deitados por muito tempo, Will no colo de Gladson, num carinho recíproco e inimaginável, algo totalmente novo e magico. Will desejara aquele homem para sempre.