quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mais um namoro.

O diário de Will- Parte 50

Os dois nao se encontraram apenas no dia seguinte, mas tambem no outro e no outro e outra vez. Nao perceberam mas ja eram namorados, nunca conversa informal decidiram que iriam namorar. Sempre era Will que ia para casa de Vlade, nunca o contrario, porque Will nao queria ainda apresenta-lo para sua irmã.
Will conheceu o amigo de Vlade com quem dividia o apartamento, Antonio era o nome dele, um homem ja beirando seus quarenta anos, de baixa estatura, nao era belo e dava pintas de se tratar de uma bichinha nao só pela expressao corporal involuntaria, mas tambem pela vóz e maneira como a utilizava, Will logo fez amizade com este e em muitos momentos trocava confidencias sobre seu relacionamento, achando poder confiar em Antonio.
Nos fins de semana Will passava no apartamento, comprava o café da manha e as vezes ajudava no almoço, mas o grande gasto mesmo ficava por conta de Vlade. Nos fins de semana os dois transavam durante o dia quase todo, Will nao lembra de ter transado tanto em sua vida com a mesma pessoa, no mesmo dia, repetidas vezes. Will tambem nao entendia como alguem podia sentir tanto prazer em ser passivo, lembra que das vezes em que o fazia era simplesmente para agradar seu parceiro, mas Vlade fugia disso, nao podiam sentar pra descansar que logo estavam transando, Will lembra até hoje de varias vezes em que Vlade dizia gostar tanto de dar a bundinha pra ele que parecia gozar pelo cu, Antonio usou tambem as mesmas palavras em algumas ocasiões.
Will achou graça quando Antonio relatou uma de suas aventuras.
_ Will, uma vez encontrei um kara numa festa, o kara era lindo, super macho e interessante, pensei logo : é hoje que dou até nao poder mais.
Depois de convenser o kara a vir pra cá fomos logo pro quarto, eu me virei pra fechar a porta, quando voltei o corpo para o bofe ele tava deitado de quatro perguntando se eu nao iria come-lo logo !! pode um negocio destes? ! que frustação, mas fazer o que né?
Will morria de rir.
Will lembrou-se tambem de uma gafe que cometeu uma vez, nao falou para Antonio, ficou só matutando consigo mesmo, eis o acontecido:
Will uma vez voltava da faculdade, só que como saía do trabalho direto pra facul ainda estava de uniforme, uma camisa polo azul característica de várias empresas e empregados de baixa patente.
Desceu algumas paradas antes de sua casa para caminhar um pouco. Derrepente um homem alto, corpo musculoso, nao exagerado, mas combinava perfeitamente com a altura, cabelo curtinho, olhos verdes e pele branca, um sonho de homem, o mais bonito com quem Will ja tenha ficado até hoje dobrou a esquina e caminhava quase que lado a lado com Will.
Depois de varias olhadas um para o outro. . .
_ Oi, meu nome é Ladis.
_ Oi, o meu é Will.
_ Voce trabalha em um mercado?
_ rs rs rs, nao nao, trabalho em um industria de vidro.
_ A ta.
Conversa vai, conversa vem.
_ Kara, qurero muito ficar com voce, tem jeito?
_ Olha Ladis, é claro que tem, mas hoje nao, to morto de cansado, acabado, morrendo de sono, nao ia conseguir ficar legal com voce, mas podemos amanha, é bom que será sexta feira, nao teremos problemas para o dia seguinte.
_ Entao ta, te ligo amanha a noite.
Will achou que nao fosse vê-lo nunca mais.
No dia seguinte Will estava eufórico pra encontra-lo, quando deu a hora combinada ligou pra ele.
_ Te encontro na esquina ja ja Will.
Os dois se encontraram e Ladis levou Will para seu apartamento, na verdade ele estava la de favor, um casal gay o adotou por la enquanto ele precisasse.
Os dois ficaram nas escadas do prédio, começaram um bom amasso, Will logo percebeu e pegou naquele membro grande e gostoso.
_ Vamos entrar Will?
_ Kara seus amigos estao la, fico sem graça.
_ Que nada, vamos para o quarto, nao precisa ter vergonha.
Will aceitou.
Entraram quietos e foram para o quarto, chegando la Ladis apagou as luzes e começou a despir-se e pediu que Will fizesse o mesmo, mal começaram a faze-lo e o som da casa foi ligado no maior volume, Ladis agarrou Will com toda brutalidade e força e o jogou de bruços na cama, Will pensou:
_ Meu Deus do céu, acho que é uma máfia, o kara vai me estrupar e os comparsas ligaram o som pra ninguem me ouvir gritar !
Logo o medo desfez-se, Ladis começou a trata-lo com carinho.
Will o chupava com toda vontade, tinha o membro mais lindo que ja tinha visto, penis grande, mas nao exagerado, a grossura tambem era proporcionalmente linda para o membro que para completar era rozadinho, do jeito que Will sempre admirou.
Passado alguns minutos em que Will achou que fosse ser penetrado, só que logo viu que o parceiro nao estava no ponto e nao ficou ! Ladis nao conseguia ter uma ereção.
_ Desculpe Will, é que eu sou comprometido e estou me sentindo culpado, por isto nao to conseguindo.
Will fingiu acreditar na história que é claro que nunca poderia ser verdadeira. Gays nao sentem consciencia pesada pra nao ter uma ereção e comer um rabinho.
Will nao se deu por vencido e ja que nao iria ter o que queria por completo, resolveu fazer boquete.
Ladis animou-se, logo o membro estava duro, mas Will agora só queria mesmo isto, e chupou com toda sede e ansiedade.
_ Vou gozar kara !
Will guardou a porra na boca mas nao tinha coragem pra engulir, levantou da cama na correria e foi direto pra janela colocar a cabeça pra fora e cuspir, só que um detalhe o atrapalhou, havia um vidro transparente nela e Will nao viu, tacou a cabeça no vidro com tudo e terminou engolindo a porra, os dois começaram a rir compulsivamente, nao paravam de jeito nenhum, a cena parecia a de um filme de besteirol americano, depois disto nao rolou mais nada é claro.
Ladis havia dito que iria viajar pra outro estado e nao voltaria mais, Will nao sabia se era verdade, o certo é que nunca mais se falaram ou tiveram contato novamente.

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