O diário de Will-Parte 4
O garoto senti muito a partida de sua casa, sofreu lembrando do rosto de sua mãe chorando,
ele chorava copiosamente ao lembra-se dos irmaos tb, mas era o que ele havia escolhido e apesar do sofrimento nao havia arrependimento, até entao.
Finalmente ele chega no DF, a casa de sua avó é grande, porem muito humilde, no mesmo lote haviam mais três barracos nos quais moravam seus tios e suas esposas.
O que distraia o garoto eram suas primas, ajudavam a passar o tempo e a esquecer a saudade.
Se o garoto achou que tudo seria muito simples ele se enganou.
Na casa de seus avós ele fazia de tudo, lavava louças, limpava casa, lavava roupa e outras atividades de donas de casa, como seus avós ja estavam velhos coube ao garoto realizar as tarefas.
Ele nao se importava com os afazeres, era um "bicho do mato" e era muito submisso a todos, por conta desta submissao muitos dos seus tios o humilhavam e ele como era oprimido pelo pai, acatava, o que mais poderia se esperar de um garoto?
Sua vida era muito pacata, alem da amizade das primas nao podia contar com muita gente nao, era evangélico de uma igreja protestante muito rígida e nao se introsava com os "irmaos".
Talvez pelo contato com suas primas começou a se interessar por uma de suas primas, Mariane, branca como que feita de algodão, cabelos negros, dentes tortos, provavelmente descuidado do seu pai, ja que havia se separado quando ela e sua irma Maiara eram muito novas, mas mesmo assim nao tinha sua beleza abalada.
Começaram a namorar quando o garoto ja estava na adolescencia, treze anos ela quinze.
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