segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Conhecendo um novo kara.

O diário de Will- Parte 36

Will nao gostava de putaria, de pegação, de safadeza, por isto sempre quis alguem pra chamar de seu, por isto tratou logo de ir atraz de alguem. Voltou a correr no mesmo lugar em que encontrou Flavio na esperança de encontrar alguem que realmente valesse apena, mas nao foi assim que conheceu o kara do seu proximo relacionamento. Will foi um, dois, tres dias e nada de encontrar alguem, desistiu por um tempo.
Um dia quando voltava do trabalho de onibus, um onibus que passava pela Qng, viu um rapaz negro entrando, os dois se olharam e Will achou o olhar do rapaz muito atraente e sexy.
Como ja foi dito, era um rapaz negro, devia ter 1,75 mt, nao tinha o corpo bonito, na verdade tinha uma barriguinha bem avantajada e ainda por cima era careca, mas Will nao olhava só para rapazes belos, se fosse assim, nunca teria conseguido ninguem, mas o olhar do rapaz mexeu muito com ele, nunca imaginara ser atraído só por um olhar.
Para sua falta de sorte o rapaz sentou algumas cadeiras na frente. Will estava em pé. O rapaz vez ou outra se virava para olhar para Will. Em certo momento, um senhor que estava ocupando um banco no fundo desceu, o rapaz entao tratou logo de ocupa-lo, o coração de Will acelerou, pois o lugar onde sentara ficava bem do lado onde Will estava em pé, Will nao polpava olhares pro rapaz, o encarava cada vez mais, mas o rapaz parecia estar disconcertado.
A parada em que Will ia descer chegou, ele puxou a cordinha pedindo parada olhando para o rapaz que o encarava neste momento.
O onibus parou, muitos desceram, o buzu tomou o seu caminho, mas com um detalhe: Will ainda estava la dentro, nao desceu como achou que faria.
O lugar do lado do rapaz desoculpou, ele afastou dando lugar para alguem sentar, Will percebeu que com o olhar o convidava. Will sentou, pegou o celular e tremendo começou a digitar algumas palavras.
_ Posso falar com vc? Te achei interessante mas queria saber se podemos conversar.
O rapaz apenas balançou a cabeça dizendo que sim.
_ Meu nome é Will.
_ Claudio.
Os dois apertaram as maos.
_ Gostei muito de você, para onde está indo?
_ Estou indo para a faculdade. Respondeu Claudio.
_ E você está indo pra onde?
_Pra casa, só que minha parada ja passou, fica do outro lado da cidade, só que nao queria perder a oportunidade de falar com você, nunca fiz algo assim, nao sei como consegui.
_ Nossa, e ninguem nunca foi tao longe assim por mim. Anota meu numero que quando eu sair da faculdade talvez ainda nos falemos ou quem sabe ainda nos vemos.
Will anotou o numero e desceu contente pela investida que dera certo, nem se importou em voltar pra casa a pé, chegou em casa e tratou logo de arrumar as bagunças para esperar Claudio, sua irma chegaria tarde mesmo, teria tempo de ficar a sós com Claudio.
Claudio finalmente ligou. Era uma segunda feira chuvosa, mas nem isso impediu que Will fosse esperar por Claudio na parada.
Ao chegarem em casa, cada um sentou em um sofá diferente, Claudio quase nao abria a boca pra nada, Will é quem o interrogava sobre tudo.
Will esperava por uma atitude que Claudio nao estava tendo, o jeito era sair ao ataque.
Tascou um beijo em Claudio que retribuiu sem se fazer de rogado. Beijaram-se tanto que o labio dos dois ardia como se tivessem passado pimenta, Claudio tinha os labios grossos e macios, deliciosos.
Claudio foi baixando a cabeça de Will para o peito e depois mais para baixo até sua genital que ja mostrava o volume sob a calça, Will nao se fez de rogado, desabotoou a calça, baixou o ziper e tirou o pau de Claudio para fora. Claudio tinha um membro feio, era estranho, meio torto e o prepúcio parecia dar um maior volume para um lado que para outro, alem disso o líquedo seminífero jorrava feito uma fonte, saía em grande abundancia, parecia até espumar. Will nunca tinha visto nada igual, pensou nao ser normal, depois descobriu que nao tinha nada de errado nisto, alguns homens liberam mais líquedo seminífero que outros.
Will aprendera rapido a levar a vida de um homossexual, nem achou estranho conhecer um kara e no mesmo dia ja o conhecer intimamente. Nao transaram neste dia, apenas ficaram no boca na boca, boca naquilo, aquilo na boca e por aí vai.

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